O atentado contra as instalações da mina 101 da Carbonífera Rio Deserto na localidade de Santa Cruz na última terça-feira “constituiu um crime e como tal deve ser tratado”, expressou neste feriado o procurador da República, Darlan Dias.
Mediador de uma exaustiva negociação entre agricultores da comunidade e a direção da empresa, ele voltou a lembrar que o acordo sugerido em abril excluía do plano de lavra o subsolo de toda a área agrícola.
“Lamento que o grupo que se opõe à instalação da mina tenha recusado o acordo que propus e preferido usar de violência para impor sua vontade sobre as leis e a decisão do Poder Judiciário”, assinalou ao Portal Engeplus.
Ao se referir ao atentado, o procurador manifestou a convicção de que a legislação não será ignorada. “Tenho certeza de que as instituições estaduais de Içara – Polícia Civil, Ministério Público e Poder Judiciário – saberão conduzir as investigações e aplicar a lei penal com rigor e equilíbrio.”
Fonte: Engeplus
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