A foz do Rio Criciúma nos arredores do campus da Unesc virou extensão da sala de aula na manhã de hoje para estudantes do ensino médio do Colégio de Aplicação.
Integrada à disciplina Atualidades, ministrada pelo jornalista Zeca Virtuoso, a saída a campo viabilizou um contato dos adolescentes com o encontro dos rios Criciúma e Sangão.
A fusão dos dois cursos une as águas poluídas pelo esgoto doméstico e industrial, no caso do Rio Criciúma, com as carregadas de metais pesados do Sangão, há décadas oriundos da mineração de carvão. “A área visitada é um autêntico laboratório a céu aberto”, definiu Zeca.
O contato dos estudantes expandiu os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula, lembrou o professor. “Um meio prático de ajudá-los a compreender o descaso com a natureza e o tratamento inadequado aos recursos hídricos”, observou. “Conhecer o local eleva a consciência em torno de um problema cuja responsabilidade recai sobre toda a sociedade.”
Fonte: Engeplus
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